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O QUINZE de Rachel de Queiroz

Resumo, Biografia e Contexto Histórico do livro O Quize de Raquel de Queiroz.

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Resumo:

O primeiro e mais popular romance de Rachel de Queiroz é O Quinze. O título se refere a grande seca de 1915, vivida pela escritora em sua infância. O romance se dá em dois planos, um enfocando o vaqueiro Chico Bento e sua família, o outro a relação afetiva de Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora.
Conceição é apresentada como uma moça que gosta de ler vários livros, inclusive de tendências feministas e socialistas o que estranha a sua avó, Mãe Nácia – representante das velhas tradições.
No período de férias, Conceição passava na fazenda da família, no Logradouro, perto do Quixadá. Apesar de ter 22 anos, não dizia pensar em casar, mas sempre se “engraçava” à seu primo Vicente. Ele era o proprietário que cuidava do gado, era rude e até mesmo selvagem.
Com o advento da seca, a família de Mãe Nácia decide ir para cidade e deixar Vicente cuidando de tudo, resistindo. Trabalhava incessantemente para manter os animais vivos. Conceição, trabalhava agora no campo de concentração onde ficavam alojados os retirantes, e descobre que seu primo estava “de caso” com “uma caboclinha qualquer”. Enquanto ela se revolta, Mãe Nácia à consola dizendo:
“Minha filha, a vida é assim mesmo... Desde hoje que o mundo é mundo... Eu até acho os homens de hoje melhores.”
Vicente se encontra com Conceição e sem perceber confessa as temerosidades dela. Ela começa a trata-lo de modo indiferente. Vicente se ressente disso e não consegue entender a razão.
As irmã de Vicente armam um namoro entre ele e uma amiga, a Mariinha Garcia. Ele porém se espanta ao “saber” que estava namorando, dizendo que apenas era solícito para com ela e não tinha a menor intenção de comprometimento.
Conceição percebe a diferença de vida entre ela e seu primo e a quase impossibilidade de comunicação. A seca termina e eles voltam para o Logradouro.

Contexto Histórico:

O Modernismo Brasileiro é dividido em três partes, a primeira geração ocorreu do ano de 1922 com inicio na semana de arte moderna em São Paulo, até o ano de 1930. A segunda geração é iniciada no ano de 1930 e vai até o ano de 1945 e a terceira geração que vai do ano de 1945 até o ano de 1978. A geração da Prosa tem como contemporaneidade mundial a quebra da bolsa de valores em Nova Iorque no ano de 1929, a ascensão do Nazi-fascismo o Socialismo e o Comunismo, o período entre a 1º Guerra e a 2º Guerra mundial mais conhecido como período entre guerras, e a aparição de ditaduras através do totalitarismo. Já no Brasil o modernismo divide espaço com a revolução de 30 que leva Getúlio Vargas a presidência e faz com que tal institua o estado novo, e também é a época onde o país está se industrializando.

O livro O Quinze da autora Rachel de Queiroz é um livro do ano de 1930, considerado então parte da estética modernista brasileira da segunda geração. A segunda geração foi à geração em que os autores utilizavam características em seus textos como: A consolidação e o amadurecimento do modernismo, uma forma demonstrar que é a estética é menos radical do que a primeira geração, a introdução do Realismo principalmente através da prosa nordestina e também o simbolismo, o parnasianismo, e o romantismo. Há também a simplificação da linguagem utilizando gírias locais. Rachel consegue passar na sua história algumas características que são vitais para o reconhecimento do livro como modernista, exemplos disso é a relação do personagem com a seca, vivida na região nordestina o que é o principal tema retratado nas histórias que retratam a região. Um fato também é que a autora utiliza a analise psicológica nos seus personagens. Um contexto histórico que é provado na obra é que uma das personagens principais Conceição é uma mulher com ideias socialistas identificado nesse trecho: Conceição tinha vinte e dois anos e não falava em casar. As suas poucas tentativas de namoro tinham-se ido embora com os dezoito anos e o tempo de normalista; dizia alegremente que nascera solteirona.Ouvindo isso, a avó encolhia os ombros e sentenciava que mulher que não casa é um aleijão...- Esta menina tem umas ideias! Estaria com razão a avó? Porque, de fato, Conceição talvez tivesse umas ideias; escrevia um livro sobre pedagogia, rabiscara dois sonetos, e às vezes lhe acontecia citar o Nordau ou o Renan da biblioteca do avô. Chegara até a se arriscar em leituras socialistas, e justamente dessas leituras é que lhe saíam as principais ideias, estranhas e absurdas à avó.

Biografia da Autora (Rachel de Queiroz)

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Rachel era filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz, descendente pelo lado materno da família de José de Alencar.

Em 1917, após uma grande seca, muda-se com seus pais para o Rio de Janeiro e logo depois para Belém do Pará. Retornou para Fortaleza dois anos depois.

Em 1925 concluiu o curso normal no Colégio da Imaculada Conceição. Estreou na imprensa no jornal O Ceará, escrevendo crônicas e poemas de caráter modernista sob o pseudônimo de Rita de Queluz. No mesmo ano lançou em forma de folhetim o primeiro romance, História de um Nome.

Aos vinte anos, ficou nacionalmente conhecida ao publicar O Quinze (1930), romance que mostra a luta do povo nordestino contra a seca e a miséria. Demonstrando preocupação com questões sociais e hábil na análise psicológica de seus personagens, destaca‐se no desenvolvimento do romance nordestino.

Começa a se interessar em política social em 1928-1929 ao ingressar no que restava do Bloco Operário Camponês em Fortaleza, formando o primeiro núcleo do Partido Comunista. Em 1933, começa a dissentir da direção e se aproxima de Lívio Xavier e de seu grupo em São Paulo, lá indo morar até 1934. Milita então com Aristides Lobo, Plínio Mello, Mário Pedrosa, Lívio Xavier, se filiando ao sindicato dos professores de ensino livre, controlado naquele tempo pelos trotskistas.

Depois, viaja para o norte em 1934, lá permanecendo até 1939. Já escritora consagrada, muda-se para o Rio de Janeiro. No mesmo ano foi agraciada com o Prêmio Felipe d'Oliveira pelo livro As Três Marias. Escreveu ainda João Miguel (1932), Caminhos de Pedras (1937) e O Galo de Ouro (1950).

Foi presa em 1937, em Fortaleza, acusada de ser comunista. Exemplares de seus romances foram queimados. Em 1964, apoiou a ditadura militar que se instalou no Brasil.

Lançou Dôra, Doralina em 1975, e depois Memorial de Maria Moura (1992), saga de uma cangaceira nordestina adaptada para a televisão em 1994 numa minissérie apresentada pela Rede Globo. Exibida entre maio e junho de 1994 no Brasil, foi apresentada em Angola, Bolívia, Canadá, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, sendo lançada em DVD em 2004.

Publicou um volume de memórias em 1998. Transforma a sua "Fazenda Não Me Deixes", propriedade localizada em Quixadá, estado do Ceará, em reserva particular do patrimônio natural. Morreu em 4 de novembro de 2003, vítima de problemas cardíacos, no seu apartamento no Rio de Janeiro, dias antes de completar 93 anos.

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EÇA DE QUEIROZ – Contexto histórico e Biografia

Tudo sobre a vida de Eça de Queiroz, contexto histórico da época do autor.

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Contexto Histórico:

A Revolução Industrial iniciada no século anterior, na Inglaterra, provocou uma industrialização acelerada em vários países. As cidades cresciam rapidamente, camponeses transformavam-se em operários urbanos e a vida cultural diversificava-se. Londres, Berlim, Viena e principalmente Paris eram o centro de um vigoroso processo criativo. Enquanto isso, Portugal mantinha-se apegado às glórias do passado. O pais não chegou a desenvolver uma burguesia empreendedora e capitalista, nem uma elite intelectual significativa que fizesse desenvolver as artes e as ciências. A elite de Lisboa vivia apegada às glórias coloniais passadas. De costas para o futuro, vivia centrada em sua vidinha sem perspectivas.
A escola realista propõe uma criação literária apoiada na análise objetiva da realidade. O narrador vê os acontecimentos com neutralidade e domina as informações sobre o contexto o qual o enredo acontece. O Naturalismo traz uma preocupação a mais: tenta introduzir o método científico na obra literária e, com isso, intensifica e amplia as tendências básicas do Realismo.
Eça de Queirós faz parte de uma geração de jovens intelectuais, centrada em Coimbra, que reagem contra o atraso do país. Eles criticam o Romantismo como um sinônimo desse atraso. E com seus Realismo e Naturalismo pretende incorporar à Literatura os métodos científicos próprios das ciências naturais. O autor disseca essas deformações da sociedade lusitana e explica sua fonte de pesquisa e inspiração neste trecho de uma carta enviada a Teófelo Braga "Mas a verdade é que eu procurei que os meus personagens pensassem, decidissem, falassem e atuassem como puros lisboetas, educados entre o Cais do Sodré e o Alto da Estrela; não lhes daria nem a mesma mentalidade, nem a mesma ação se eles fossem do Porto ou de Viseu; as individualidades morais variam de província a província".
Eça também observa que não ataca a família enquanto instituição, mas sim "a família lisboeta, produto do namoro, reunião desagradável de egoísmo que se contradizem, e, mais tarde ou mais cedo, centro de "bambochata".
O Primo Basílio apresentava-se como uma lente de aumento sobre a intimidade das famílias "de bem" de Lisboa da metade do século XIX. Representa um dos primeiros momentos de reflexão sobre o atraso da sociedade portuguesa em um mundo profundamente transformado pela Revolução Industrial e pelo desenvolvimento tecnológico.

Biografia:

Eça de Queiroz (1845-1900) foi um escritor português. "O Crime do Padre Amaro" foi o seu primeiro grande trabalho, marco inicial do Realismo em Portugal. Foi considerado o melhor romance realista português do século XIX. Eça foi o único romancista português que conquistou fama internacional nessa época. Foi duramente criticado por suas críticas ao clero e à própria pátria. A crítica social unida à análise psicológica aparece também nos livros "O Primo Basílio", "O Mandarim", "A Relíquia" e "Os Maias".

Eça de Queiroz (1845-1900) nasceu no dia 25 de novembro, na cidade de Póvoa de Varzim, Portugal. Filho do brasileiro José Maria Teixeira de Queiroz e da portuguesa Carolina Augusta Pereira de Eça. Passou toda sua infância afastado do lar paterno, era interno no Colégio da cidade do Porto. Ingressou em 1861 na Universidade de Coimbra, onde em 1866 se formou em Direito. Manteve ligação com Antero de Quental e Teófilo de Braga, a chamada "Escola Coimbrã".

Exerceu a advocacia e o jornalismo em Lisboa. Em 1867 dirigiu na cidade de Évora, o jornal de oposição O Distrito de Évora. Voltou para Lisboa e revelou-se como escritor no folhetim da Gazeta de Portugal. Em 1869, assistiu a inauguração do canal de Suez, no Egito. Em 1870, com a colaboração do escritor Ramalho Ortigão, escreveu o romance policial "O Mistério da Estrada de Sintra", e em 1871 "As Farpas", sátiras à vida social, publicadas em fascículos.

Eça de Queiroz profere em conferência o tema "O Realismo Como Nova Expressão de Arte", no Cassino de Lisboa, em 1871. Em 1873 ingressa na carreira política e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, e em 1874 é nomeado cônsul na Inglaterra.

O romance "O Crime do Padre Amaro", publicado em 1875, foi o marco inicial do Realismo em Portugal. Nele, Eça faz uma crítica violenta da vida social portuguesa, denuncia a corrução do clero e da hipocrisia dos valores burgueses. A crítica social unida à análise psicológica aparece também no romance "O Primo Basílio", publicado em 1878, em "Mandarim", 1880, e em "Relíquia", 1887.

Em 1885 visita em Paris, o escritor francês Émile Zola. Casa-se com Emília de Castro Pamplona Resende, em 1886. O casal teve dois filhos, Maria e José Maria. Em 1888 foi nomeado cônsul em Paris, ano que publica "Os Maias". Nesse romance observa-se uma mudança na atitude irreverente de Eça de Queiroz Segundo o crítico João Gaspar Simões, o autor "deixa transparecer os mistérios do destino e as inquietações do sentimento, as apreensões da consciência e os desequilíbrios da sensualidade"

Surge então uma nova fase literária, em que Eça deixa transparecer uma descrença no progresso. Manifesta a valorização das virtudes nacionais e a saudade da vida no campo. É o momento dos romances "A Ilustre Casa de Ramires" e "A Cidade e as Serras", e o conto "Suave Milagre" e as biografias religiosas.

José Maria Eça de Queiroz morreu em Paris, no dia 16 de agosto de 1900.

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VIETNÃ ou VIETNAME – Tudo sobre o país

INFORMAÇÕES SOBRE O VIETNÂ/VIETNAME, DADOS FÍSICOS, DADOS ECONÔMICOS E PERÍODO DA GUERRA FRIA

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Dados Físicos:

O Vietname é um país longo e estreito que ocupa a costa oriental da península da Indochina, sobre o Golfo de Tonkin e o Mar da China e tem uma área de cerca de 331.688 quilômetros quadrados. O clima de monções é quente e chuvoso. Predominam as florestas tropicais e a rede hidrográfica é muito rica. A parte norte é mais elevada, sob influência das cadeias montanhosas formadoras do Himalaia do sul daChina, onde se localiza o Fan Si Pan e seus 3.144 m de altitude, o ponto mais alto do país e de toda Indochina (agrupamento geopolítico regional deste país com o Laos e o Camboja). Em toda sua fronteira oeste com o Laos e com o nordeste do Camboja, estende-se aCordilheira Anamita, com altitudes chegando em torno dos 2.000 m., servindo de divisor de águas entre o vale do Rio Mekong, em território laosiano, e a bacia hidrográfica costeira do Mar da China Meridional. Há dois deltas importantes, o do Rio Song Cai (Red River ou Rio Vermelho), que corta a capital do país, Hanoi, ao norte; e do Rio Mekong, ao sul, mais volumoso e que corta a maior cidade do país, Ho Chi Minh (Saigon), também o rio mais importante da Indochina. A agricultura ocupa a maioria da população, sendo o arroz o principal produto.

O norte do país é rico em antracito, linhito, carvão, minério de ferro, manganês, bauxita e titânio.

Dados econômicos:

Entre os países do Sudeste Asiático, foi o Vietnã quem seguramente atingiu a independência política com maiores dificuldades e com altos custos sociais e ambientais. A região a norte do paralelo 17 obteve a independência daFrança em 1954 e organizou-se como República Democrática. O novo regime exerceu imediatamente um controle direto sobre a economia, nacionalizando as empresas industriais estrangeiras e implantando outras, especialmente nos sectores de base; nos campos, depois das expropriações dos latifúndios e das grandes propriedades, formaram-se primeiro cooperativas e, depois, empresas agrícolas estatais. A seguir, a República empreendeu, graças às ajudas soviéticas, uma guerra para alcançar a reunificação das províncias do Sul, ainda colónia francesa. Depois da derrota da França, os Estados Unidos, determinados a impedir o avanço do comunismo, envolveram-se cada vez mais no conflito e, a partir de 1965, intensificaram a sua presença no país (fala-se de cerca de meio milhão de soldados no pico máximo da presença bélica, entre homens do exército governamental e forças norte-americanas). Está listado entre as economias dos "próximos onze".

Período da guerra fria:

Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, a França tentou restabelecer o controle, mas não conseguiu. Os franceses foram derrotados na Batalha de Dien Bien Phu, após oito anos de luta armada, comandada por Giap em 1954 na primeira guerra da Indochina, mesmo com ajuda dos Estados Unidos, mas na Conferência de Genebra o Vietname foi dividido em dois países separados, conhecidos como Vietname do Norte eVietname do Sul. Durante a Guerra Fria, o norte comunista tinha o apoio da China e da União Soviética, enquanto o sul anti-comunista era apoiado pelos Estados Unidos, o que deu lugar à Guerra do Vietname, em que os americanos foram obrigados a abandonar em Março de1973; a cidade de Saigão que foi tomada pelo Vietcong - frente de libertação do sul em Abril de 1975.

Em Julho de 1976, a República do Vietname (Vietname do Sul) e a República Democrática do Vietname (Vietname do Norte) uniram-se na República Socialista do Vietname.

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HAITI – informações sobre o país

Tudo o que você precisa saber sobre o Haiti e o povo haitiano.

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Localização:

O Haiti é localizado em uma ilha no Oceano Atlântico, na América Central.

Limites:

Possui uma das duas fronteiras terrestres da região, a fronteira que faz com a República Dominicana, a leste. Além desta fronteira, os territórios mais próximos são as Bahamas e Cuba a noroeste, Turks e Caicos a norte, eNavassa a sudoeste. A capital é Porto Príncipe (Port-au-Prince).

Relevo:
Faz parte do conjunto de cadeias montanhosas orientadas de Oeste para Este, separadas por depressões, que formam a grande ilha; a cadeia central, de rochas cristalinas, está cercada de maciços sedimentares que culminam na montanha de Selle (2680 metros), já em território do Haiti. 
Vegetação:
Nas regiões montanhosas, as florestas, ainda mal exploradas, são ricas em mogno e jacarandá; também existem o pinho e o cedro. Nas partes mais áridas predominam as espécies xerofíticas. As savanas caracterizam a flora do país. 
Clima:
O clima é do tipo tropical, com temperaturas que variam entre 20º e 34º C e chuvas mais concentradas nos meses de Abril a Junho e em Outubro e Novembro.

Hidrografia:
O Haiti,é banhado ao norte pelo oceano Atlântico e ao sul e oeste pelo mar do Caribe. Os rios são curtos e torrenciais, os mais conhecidos são: Guavamouc, o Libon, o Trois Rivières e o Estere. O principal rio é o Artibonite, que tem 322km de extensão, banhando quase um terço do país, o rio desemboca no golfo de Gonâve, e é bastante utilizado para pesca.
Os principais lagos são o Saumâtre, no sudeste, e o Miragoâne na península do sul. São todos bastante importantes para o Haiti, pois uma das principais economias do país é a pesca.

Informações sobre o páis:

ÁREA:

27 750 km² (143.º)

PIB:

US$ : 15,820

POPULAÇÂO:

8 121 622 hab. (88.º)

PNB:

11,62 Billion

IDH:

0,454 (145.º) – baixo

RENDA PER CAPITA:

US$ : 1 291 (154.º)

DENSIDADE:

292 hab./km² (28.º)

MORTALIDADE INFANTIL:

107,5 mortes/1.000 nascimentos (1995)

ANALFABETISMO:

51,4% (2000)

ESPECTATIVA DE VIDA:

53,23 anos

ECONOMIA POR SETOR:

Primário:

Agricultura: Desde o período de colonização o Haiti possui uma economia primária. Produzia açúcar de excelente qualidade, que concorreu com o açúcar brasileiro no século XVII e junto com toda produção das Antilhas serviu para a desvalorização do açúcar brasileiro na Europa. Após vários regimes ditatoriais, hoje em dia seu principal produto de exportação ainda continua sendo o açúcar, além de outros produtos como banana, manga, milho, batata-doce, legumes,0 tubérculos e muito mais.´

Pecuária: Eqüinos, bovinos, caprinos, aves.

Extrativismo:

Mineração: O potencial do Haiti mineração tem sido conhecida há várias décadas. Na década de 1970, os geólogos das Nações Unidas documentado bolsas significativas de ouro e minério de cobre, mas os estrangeiros não estavam dispostos a assumir um risco em um país onde a instabilidade política e corrupção há muito desencorajado o investimento estrangeiro.

Vegetal: Os principais produtos produzidos e exportados do país são: Açúcar, banana, manga, milho, batata-doce, legumes, tubérculos entre outros.

Animal: As principais atividades de extrativismo animal do Haiti incluem o pastoreio, produção de carne bovina, caça e pesca entre outros.

Setor secundário:

Indústria: Taxa de crescimento -2% (1991);  15% of PNB, o país possui refinarias de açúcar, produção de farinha, têxteis e cimento, entre outros.

Setor Terciário:

Comércio: Os principais parceiros comerciais do país são: Estados Unidos 41,2%, Antilhas Holandesas 14,9%, China 4,7%,Brasil 4,4% (2007). O comércio haitiano baseia-se na venda de alimentos, medicamentos, roupas, artesanato entre outros.

Turismo: O território haitiano é constituído basicamente por montanhas escarpadas, onde há a formação de pequenas planícies e várzeas fluviais. O ponto turístico mais visitado é a cidade de Porto Príncipe, a qual é capital do país e possui, aproximadamente, 2 milhões de habitantes. Porto Príncipe é uma cidade altamente hospitaleira e possui uma ótima infra-estrutura para comportar os visitantes que desejam conhecer um pouco mais a respeito da histórica ilha, a qual é recheada de encantos naturais e culturais que vislumbram os olhos de qualquer turista que por ali passar. Para quem deseja passar bons momentos em meio a uma natureza magnífica e com pessoas bastante acolhedoras, sem dúvidas o Haiti é uma ótima opção de viagem.

Prestação de Serviços: Força de trabalho: 3,4 milhões(ão) (1993), por ocupação: agricultura 66%. Serviço 25%. industria 9%.

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Pesquisa - Japão – Tudo sobre o país

Informações detalhadas sobre a nação japonesa.

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Japão (em japonês: 日本, Nihon ou Nippon; oficialmente 日本国, Nippon-koku ou Nihon koku) é um país insular da Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul. Os caracteres que compõem seu nome significam "origem do Sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".

Localização: Com uma superfície de 377.887 km2, o Japão está situado no extremo leste do continente asiático. O país se separa da República Popular da China, a sudoeste, pelo Mar da China; da Rússia, Coréia do Norte e Coréia do Sul, a oeste, pelo Mar do Japão; e das ilhas russas de Sakhalin e Kurilas, a norte e nordeste, respectivamente, pelo Estreito de La Pérouse (Soya), o Mar de Okhotsk e o Estreito de Nemuro. Toda a costa leste do Japão é banhada pelo Oceano Pacífico.

Limites: Mar do Japão (oeste), Oceano Pacífico (leste), Mar das Filipinas (sul) e Mar de Okhotsk (norte).

Clima: O clima japonês apresenta uma clara diferenciação entre as estações e sofre a influência de massas de ar frias vindas da Sibéria no inverno, bem como de massas de ar quentes do Pacífico no verão. Os tufões são comuns entre o fim do verão e o início do outono. O país pode ser dividido em quatro regiões climáticas: a de Hokkaido, de clima subártico, a da costa do Pacífico, temperado, a da costa do Mar do Japão, mais chuvoso, e o da região sudoeste, subtropical.

As diferenças entre as estações do ano mostram-se da seguinte maneira: o inverno, que vai de Dezembro a Fevereiro, é seco e tem regularmente Sol. Enquanto o Centro e principalmente o Norte do Japão são frios, o Sul tem o tempo mais agradável, e a temperatura vai raramente abaixo dos 0 °C. A primavera, que vai de março a maio, é quando deixa de nevar, sendo que todas as paisagens ficam floridas. O verão começa com três a quatro semanas de chuva, sendo este período importante para os agricultores. Depois deste período, o tempo torna-se extremamente quente. O outono é muito fresco, com uma ligeira brisa e uma temperatura mais fresca depois do Verão.

Relevo: Entre 70% e 80% do país é coberto por florestas e de relevo montanhoso com uma cordilheira no centro das ilhas principais, de forma que as pequenas planícies costeiras se tornam as áreas mais povoadas do país. A montanha mais alta e o vulcão mais conhecido do Japão é o monte Fujicom 3.776 metros de altitude e seu ponto mais baixo fica no lago Hachirōgata, quatro metros abaixo do nível do mar. Localizado no Círculo de fogo do Pacífico há oitenta vulcões ativos no país e os sismos são muito comuns, ocorrendo mil deles sensíveis por ano. A enorme quantidade de vulcões mostra que nas profundezas do arquipélago o solo é instável e cheio de energia. Isso faz com que o país esteja entre os que mais registram terremotos no mundo. Ainda que uma ameaça, estes vulcões representam uma importante fonte de turismo. Regiões como Nikko, são famosas por suas primaveras quentes e pelo cenário de montanhas vulcânicas. Os rios japoneses são curtos e de águas ligeiras. Atingem o mar pouco depois de sua nascente nas montanhas acima e formam geralmente deltas em forma de leque.

Hidrografia: Os cursos fluviais são de pequeno porte, devido à pequena extensão das ilhas. No entanto, são intensamente aproveitados, destacando-se a irrigação e a produção de energia elétrica, favorecida pelo encachoeiramento de seus rios.

A estrutura do terreno faz com que o Japão tenha rios de pequena extensão, quase sempre torrenciais e de reduzida bacia hidrográfica. Somente oito rios ultrapassam 200km de extensão. O Shinano, em Honshu, é o maior, com 367km. Outros cursos importantes são: Teshio e Ishikari, em Hokkaido; Kitakami, Tone, Kiso e Tenryu, em Honshu; e Chikugo, em Kiushu. Alguns dos rios procedentes das zonas vulcânicas do nordeste de Honshu têm águas ácidas e inúteis para a agricultura. Os rios carregam, geralmente, grandes quantidades de aluviões e formam deltas em suas embocaduras. O maior lago, de origem tectônica (causado por fraturas da crosta terrestre), é o Biwa, com 672km². Mais numerosos são os de origem vulcânica, como o lago Kutcharo, de Hokkaido, o Towada e o Ashi, de Honshu. O principal rio do Japão é o Shinano-gawa.

Vegetação: A vegetação caracteriza-se pelo predomínio de florestas, que cobrem a maior parte dos conjuntos montanhosos do país,tornando-o uma das nações mais arborizadas do mundo.

Diversos tipos de vegetação crescem quase espontaneamente nas várias regiões do país, devido ao fato de seu território incluir regiões pertencentes às zonas subtropicais, temperada e fria, e possuir água em abundância.

Cerca de 57% do seu território é coberto por florestas: em Kyushu, Shikoku e no sul de Honshu as florestas possuem árvores semelhantes às coníferas de folhas largas e chincapins; no norte de Honshu, as florestas são ricas em árvores raras como a faia e o bordo; as florestas da zona fria de Hokkaido possuem árvores com folhas em forma de agulhas, como os pinheiros.

Apesar de sua extensão territorial, o país ainda precisa importar madeira devido à grande demanda para a construção civil e a fabricação de papel.

Informações sobre o país:

ÁREA:

377.873 km² (62.º)

TAXA MORTAL. INF.

3,2 p/1000 (5 anos)

POPULAÇÃO:

127.433.494 hab.

TAXA DE ANALFAB.

1%

HABIT. POR KM²:

337 hab./km²

ESPECTATIVA DE VIDA

82,25 anos

IDH:

0,901 (12.º)

RENDA PER CAPITA

US$ 34.362

PNB:

0,19%

Economia:

Agricultura: A maior parte do território é formada por grandes conjuntos montanhosos (apenas 16% do território nacional é composto por planícies), fato que dificulta o desenvolvimento da agricultura, pois reduzidas áreas se tornam disponíveis para a sua realização. Nesse sentido, houve a necessidade da utilização de tecnologia na produção agrícola a fim de maximizar a produção alimentícia.

O alto desenvolvimento tecnológico nas atividades rurais resultou num significativo aumento da produção, entretanto, reduziu a captação de mão de obra para o trabalho no campo. Somente 7% da População Economicamente Ativa (PEA) do Japão está empregada no campo.

Mesmo com a aplicação de técnicas avançadas nas atividades rurais, a produção de alimentos no Japão é insuficiente para abastecer o mercado nacional, havendo necessidade de importar a maioria dos alimentos consumidos pelos japoneses. O arroz, porém, é o único produto agrícola que supre a demanda interna.

A rizicultura (cultivo do arroz) foi uma das principais atividades econômicas do Japão até meados do século XIX. Esse cereal é considerado o alimento mais importante dos japoneses, e o governo do país destina altos subsídios para o seu cultivo, pois o arroz faz parte da história e da cultura nacional, estando associado às comemorações tradicionais do país.

Além da rizicultura, no Japão também há o cultivo de beterraba açucareira, hortaliças, legumes e frutas, no entanto, a produção desses gêneros alimentícios é insuficiente para abastecer o mercado interno.

Todo esse processo faz com que os preços dos alimentos no Japão fiquem elevados. Para se ter uma ideia, até mesmo o arroz, que é produzido no país e recebe benefícios governamentais para o seu cultivo, possui valores bem superiores ao do mercado internacional. Essa regra também é aplicada para os outros alimentos importados pelo país.

Pecuária: Bovinos, suínos, aves. No Japão, área de pastagens são raras. Encontram-se Pastagens disponíveis ao lado de montanhas e em outras áreas remotas onde não existam plantações de arroz e outras culturas não podem ser cultivadas. Também, como a principal raça são os bois de Wagyu e são extremamente caros que os rebanhos são pequenos, e os proprietários não desejam arriscar os perigos físicos associados com as pastagens. A maioria de gado japonês vive suas vidas inteiras nos celeiros e em currais adjacentes. Em fazendas as vitelas são levantadas com suas mães e ambos são confinados à currais pequenos. As vacas e as vitelas são alimentadas por vários tipos de grãos e as forragens incluem grama verde, feno, palha do arroz e subprodutos de resíduos industriais de fábricas de tratamento agriculturais (tais como fábricas de conservas).

Extrativismo mineral: A falta de recursos minerais no Japão sempre foi um dos grandes problemas do país, esse fica dependente de outros países, fato que ocasionou no passado as tentativas de expansão territorial, mas nada disso impediu que o país se tornasse a terceira maior economia do planeta.

Comércio: O Japão venceu as barreiras do preconceito para ser um país comerciante. Mas nem sempre foi assim! Saiba as causas.

No final do século X, quando a China entrou na Era Sung, navios chineses começaram a chegar no Mar do Japão trazendo perfumes, remédios e seda para vender, enquanto, em contrapartida, o Japão entregava ouro, pérola e mercúrio para a China. Esse pequeno comércio de pequeno porte manteve-se por dois séculos, quando o Japão, por sua vez, também começou a enviar navios mercantes para a China. Era um comércio passivo, mais uma troca de mercadorias do que propriamente um negócio que envolvia lucros.

Embora a Europa já vivesse uma fase de expansão mercantil, com a divisão do mundo em dois, a partir do Tratado de Tordesilhas pela Espanha e Portugal, o Japão, neste mesmo período, estava à margem desses acontecimentos. Porém, Portugal sabia que o Japão estava na parte do mundo que lhe pertencia, assim, era seu direito tentar estabelecer uma rota comercial com aquele país. Junto com os mercadores portugueses, os jesuítas da Companhia de Jesus avançariam para o Japão a fim de catequizar os japoneses.

Turismo: Em 2008, o Japão atraiu 8,3 milhões de visitantes estrangeiros, pouco mais que Singapura e Irlanda. O Japão tem catorze patrimônios mundiais daUNESCO, incluindo o Castelo de Himeji e os Monumentos Históricos da Antiga Quioto (cidades de Quioto, Uji e Otsu). Quioto recebe mais de 30 milhões de turistas anualmente. Os estrangeiros também visitam as cidades de Tóquio e Nara, o Monte Fuji, utilizam o shinkansen e tiram proveito da rede de hotéis do país.

O turismo doméstico continua a ser uma parte vital da economia e da sociedade japonesa. Crianças em idade escolar em muitas escolas secundárias realizam visitas à Tokyo Disneyland ou àTorre de Tóquio. A extensa rede ferroviária, juntamente com os voos domésticos, permitem viagens eficientes e rápidas. No turismo receptivo, o Japão ficou em 28ª posição no mundo em 2007.

Prestação de Serviços:

Autopeças
Produção: Os prazos das empresas costumam exercer forte pressão sobre os funcionários, que precisam seguir cotas diárias de produção. A maioria trabalha em pé e desempenha funções repetitivas – algumas mais desgastantes do que as outras, conforme a peça que será produzida. A maioria é jovem, entre 18 e 35 anos.
Lavagem: O trabalho é considerado leve. Não exige grande experiência, mas requer o aprendizado de algumas técnicas específicas e atenção no serviço.
Inspeção: Apesar da função de inspetor ser considerada leve, exige muita concentração. É sobre esse funcionário que recaem as cobranças sobre a qualidade do produto final.
Salário médio: entre 1000 e 1,5 mil ienes (homens), entre 900 e 1.3 mil ienes (mulheres).
Hora extra: na média, entre duas e quatro horas por dia.

Alimentos
Preparação: O empregado deve preparar os alimentos para as linhas de montagem. O cargo requer saúde e força física pois a atuação pode ser em ambientes frios ou quentes.
Montagem: Consiste em colocar os ingredientes nos pratos. Ambiente predominantemente feminino e que necessita de agilidade.
Embalagem/kensa (inspeção): Neste setor, o funcionário embala produtos em bandejas e coloca-os em caixas. Atenção e delicadeza nos movimentos são qualificações desejadas.
Salário médio: entre 900 e 1,1 mil ienes (homens), entre 800 e mil ienes (mulheres)
Hora extra: até cinco horas por dia.

Eletrônicos
Kensa: É preciso muita atenção para observar todas as peças e não deixar passar nenhuma com defeito. Normalmente, o trabalhador que deve ter boa visão e concentração, fica sentado, em ambiente limpo.
Produção: A fabricação das placas de circuíto (kiban) é feita por meio da operação de máquinas robotizadas. É preciso ter um conhecimento razoável do idioma e agilidade com as mãos.
Montagem: O serviço de montagem de peças (kumitate) é feito com peças pequenas. Nas fábricas de celulares, por exemplo, as atividades mais comuns são colar as teclas de números nos aparelhos ou instalar as lentes das câmeras.
Salário médio: entre 1,1 mil e 1,2 ienes (homens), entre 900 e 1,1 ienes (mulheres)
Hora extra: de duas a três horas por dia.

Estação de esqui (sukijo)
Preparação: É cada vez maior a exigência da capacidade de comunicação em japonês, já que lidará com o público. Embora seja menos rentável, o serviço é mais divertido e você ainda pode aprender a esquiar. Algumas estações não cobram o alojamento.
Salário médio: 800 ienes, para homem e mulher.
Hora extra: não costuma oferecer.

 

Pesquisa realizada pela equipe Guajenet Informática.

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